Bola na mão
Sua mão tá limpa?
Mínimo de senso de putaria necessário para entender a piada: 3.
Kibeline - @jampa > @rafaelziggy > @Luquinhas
Sua mão tá limpa?
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Belletti flagrou babá que dizia estar doente no jogo da Seleção
O lateral-direito Belletti, que atua no Chelsea, teve uma surpresa durante a partida do Brasil contra a Irlanda, nesta terça-feira, em Londres. Pela televisão, o jogador flagrou a babá de seus filhos torcendo na arquibancada do Emirates Stadium. Normal, não tivesse ela dito que estava doente e que precisaria ir para casa mais cedo.
O jogador promete não mandar a babá embora, mas irá castigá-la:
Cruel. Muito cruel.
Essa vida de músico consegue ser bem ingrata as vezes viu, mas quando você acha que o pior já passou, acontece mais uma porcaria e acaba de te “fanfarrilhar”. No final do ano é comum minha banda tocar em confraternizações de empresas, isso significa: chácaras com piscina, chopp, churrasco, gente bonita (nem tanto) e toda aquela regalia que o chefe vai pagar com um sorrisão amarelo na cara.

Tem gente que sabe se vestir nessas festas.
Até aí, tudo tranquilo. Porém, na última quarta-feira, estava um calor infernal aqui em Campinas, e já não bastasse assistir todo mundo pulando na piscina (sim, até a moça aí de cima), o salão onde tocaríamos estava uma verdadeira sauna, faltavam apenas a essência de eucalipto e as toalhas. Novamente, até aí tudo bem, fizemos o show, foi ultra cansativo, comemos como se tivessemos sofrido um acidente de avião no meio do deserto: racionando cada fatia de linguiça, mas sobrevivemos, afinal como eu disse lá em cima, vida de músico é F#D4.
Ao final do show, todos os integrantes da banda tinham partido, ficou só o bobão trabalhador aqui com todo o equipamento para carregar no bobo’s car, digo pickup. A caçamba estava aberta, carreguei tudo e estava pronto para ir embora, quando de repente: “Damnnnn, cade a chave do meu carro?”. Fiz a primeira coisa que qualquer um faria, procurei em todos os lugares da chácara, revirei minhas mochilas, perguntei pro caseiro do lugar, a família inteira dele veio me ajudar e depois de quase uma hora resolvi ir pro segundo estágio: ligar para os amigos. Contactei todos os possíveis culpados por tal sacanagem, mas depois de mais meia hora jogada no lixo, ninguém tinha se quer uma pista sobre o paradeiro da chave.

Eu disse Pickup? Me desculpem, essa é a verdadeira chave do meu carro.
Acionei o terceiro estágio, liguei pra casa e pedi a chave reserva, eis que a história começa a ficar bizonha. Meu pai me disse que não tinha pego a chave reserva do carro ainda, que tinha ficado de tirar uma cópia da original e não tinha dado tempo de ir na consessionária. Prontamente PUTO da vida, liguei para o seguro e após digitar alguns CPFs, RGs, Datas de Nascimento, cor de cabelo, cor da cueca e mais um monte de dados insignificantes, consegui falar com a atendente. Troquei algumas palavras e cheguei a mais uma conclusão desastrosa: minha chave é codificada, o chaveiro poderia até abrir, mas eu não conseguiria andar com o carro. Próxima opção: Guincho. Pronto, resolvido, vai dar trabalho mas pelo menos meu carro não vai ficar com todo o equipamento no meio no nada. Não tão rápido amigo. Como se trata de uma chácara no meio do nada, as construções não seguem necessariamente um padrão, logo, o santo que loteou o estacionamento fez a entrada menor do que deveria = o guincho não passa lá.

Imagem de outra obra do filho de uma rã que construiu o estacionamento da chácara
Desliguei o telefone arrebentado, com dor nas costas, fraqueza e tudo de ruim que existe. Pensei na brutalidade existente nas leis de Murphy, e antes de tentar tirar uma solução da cartola, enchi um copo com o que tinha sobrado de cerveja e fui pra beira da piscina. Abaixei as calças e assim que minha bermuda tocou o chão senti um peso “extra” na calça. Não, não era meu p…. com ele eu estou acostumado (há, piada infame mode ON). Eu estava usando uma bermuda jeans que eu tinha acabado de comprar e lá embaixo tem um bolso bem pequeno com velcro. Minha chave não tem chaveiro, é simplesmente a chave o carro, eu tinha colocado ela lá e fechado o bolso, ou seja, ela não fazia peso e muito menos barulho. Todas as vezes que eu batia a mão pra conferir eu não alcançava o maldito bolsinho e por ser nova, eu não estava habituado com a porcaria do “porta-trecos” quase na barra da bermuda.
Pensei em várias formas de suicídio no momento, mas todas inviaveis, fiquei com vergonha de ligar pra alguem e contar o fato. Fui pra casa, tomei um banho e dormi aliviadamente. Portanto lembrem-se, quando você acha que a vida te sacaneou, cuidado, o culpado pode estar mais perto do que você imagina. XD
OBS: Digitei São Longuinho no Google e apareceu essa imagem abaixo, nem sei se é verdadeira ou não, só sei que o que eu dei de pulo pra ele senhor não tá escrito. Tá bom, eu achei a chave mas num dava pra ser um pouco mais rápido e menos cruel?

Suposto São Longuinho
Olá queridos seguidores do ‘Macaco Gordo’.
Este simples post só está sendo escrito por duas razões básicas: agradecimento e apresentação.
Primeiramente, eu gostaria de agradecer ninguém menos do que Fred Fagundes pelo espaço cedido e Dimitri Robles por… bom, por tudo. (ser campineiro e escrever “por tudo” é praticamente se queimar pro resto da vida, mas vamos lá)
A segunda parte do post é para informar a todos que eu, Jucka ‘O Aprendiz’ Malatesta, estarei contribuíndo com o FM a partir desde exato momento. =D
Não quero e nem conseguirei ser tão fodástico quanto o Fred, mas boa vontade aqui não vai faltar, sem falar que a minha exigência para postar no FM foi que pelo menos uma vez por mês, a direção da e-Zone presenteie com um carro 0km, o leitor com mais comentários aqui no blog. Portanto, sentiu uma coceirinha, pode escrever e me xingar, digo…comentar.
Abraços a todos e vamos começar a bagaça.

Jucka Malatesta
obs: Achei justo postar uma foto minha para que todos saibam quem vos escreve.
obs2: Dizem que eu fiquei meio parecido com o Zé Mayer nessa foto, que besteira né ?
River Raid, Enduro, Megamania, Frostbite, H.E.R.O, Pac-Man e Pitfall. Se você se identificou com esse títulos certamente viveu a época negra do video-game. O tempo que alugávamos fitas e assoprávamos as mesmas para funcionarem. Que cada movimento num raio de 5 metros próximo do console podia causar um tilt. Save game era utopia. Pause não existia, você mijava nas calças mas não E o pior de tudo: nós gostávamos do Atari.
Há alguns meses recebi um presente dos caras da e-Zone: Super Coleção 7.784 games de Snes, Nintendo, Sega, Genesis e Atari. Minha primeira investida, claro, foi no Atari - e eu não procurava uma ordem cronologia. A introdução logo me remeteu aos bons tempos de Pitfall e principalmente River Raid, um dos meus preferidos. Pensei: vou me divertir assaz. Mas não foi bem assim.
Sei lá se estamos mal acostumados, mas jogar Atari não é mais tão divertido. Evidente que o valor nostálgico e as lembranças de infância valem cada segundo jogado. Mas, eu troco fácil uma partidinha de PES por Megamania e Enduro. E acredite: parte meu coração falar isso. Sou um grande e chato defensor dos jogos de antigamente. Mas parar na frente da televisão e se divertir jogando Atari, não dá.
Sem mais, vale pela lembrança. Principalmente para os seres saudosistas, como este.
Em tempo: o Rei sabe o que fala.
Sensacional o take onde o Kareem Abdul-Jabbar precisa abaixar a cabeça para passar pela porta. O mais incrível é a Atari conseguir reunir, além do basqueteiro, o Pelé e Mario Andretti num único VT.
Chupa, Playstation.
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